WEG pelo mundo.

A WEG divulgou sua atualização financeira e estratégica, reportando uma Receita Operacional Líquida de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2026 (6M26), o que representa um recuo de 3,3% em comparação ao mesmo período de 2025. Por outro lado, a receita do mercado externo em dólares apresentou alta de 15,4%, sustentada pelo desempenho de equipamentos eletroeletrônicos industriais e tintas e vernizes.
A companhia informou um orçamento de investimentos de R$ 3,6 bilhões para o ano de 2026, com foco na ampliação de capacidade produtiva na América do Norte, América Latina, Ásia e Brasil. Entre os projetos em andamento, destacam-se a nova fábrica de tintas no México (conclusão em 2026, R$ 100 milhões), expansões em transformadores no México (1T27, R$ 765 milhões), Colômbia (1T27, R$ 190 milhões), Estados Unidos (1T28, R$ 413 milhões), Brasil-Betim (2026, R$ 570 milhões), Brasil-Itajubá (2026, R$ 83 milhões) e Brasil-Gravataí (4T27, R$ 128 milhões).
A empresa também direciona aportes para capacidade de BESS em Itajaí (3T27, R$ 330 milhões), motores industriais em Guaramirim (3T28, R$ 900 milhões), motores de alta tensão na China (2T27, R$ 360 milhões), fios em Linhares (2T27, R$ 160 milhões) e novas instalações para geradores na América do Norte (R$ 840 milhões). A posição de caixa líquido da empresa encerrou junho de 2026 em R$ 3,7 bilhões.
No segmento de infraestrutura digital, a WEG detalhou seu portfólio completo voltado para Data Centers, mercado impulsionado pela inteligência artificial e transição digital. A estratégia abrange desde subestações de alta tensão, transformadores, geradores e motores elétricos de alta eficiência até sistemas de automação e painéis elétricos, com mercado endereçável estimado em cerca de 15% do custo total de facilities de um Data Center.
Na governança, a companhia comunicou a transição no comando da vice-presidência de Transmissão e Distribuição, com a sucessão de Carlos Diether Prinz por Sérgio Augusto Scarpinelli a partir de 2027.


